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credits @André Lemos Pinto

Olá! Sou Alexandre Rola

Hello I´m ROLA

Alexandre Rola, nasceu no Porto em 1978, Vive e trabalha no Porto. Mestrado em Intervenções Urbanas pela ESAD. È Licenciado em Economia e Design Gráfico pela Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos. Tendo iniciado a sua actividade expositiva no inicio do século XXI .


“Os artistas que promovemos serão nomes grandes a arte Portuguesa e até mundial, diz Fernando Mendonça.Alexandre Rola é apenas um da lista de 16 ...” Fernando Mendonça


" O olhar de Alexandre Rola não é, nem podia ser conhecendo-se a sua sensibilidade, o seu interesse pela fotografia e por olhar a realidade a partir da lente, desligado deste seu (nosso) contexto. O ponto de partida é a cidade, o ponto de chegadaé a construção plástica e imagética com recurso ao talento e à imaginação.O aproveitamento de materiais provenientes do desperdício quotidiano e a apropriação de imagens provenientes da cultura de massas é uma tendência crescente dos nossos dias, que tem o seu histórico numa reinterpretação de conceitos da pop art, da art povera e dos movimentos de pendor conceptual. Discutir autoria, originalidade e ideia é, por isso inevitável, na medida em que, não raras vezes, nas criações desta geração de artistas, nos confrontamos com uma espécie de deja vu. A mensagem que Alexandre Rola transmite nos seus trabalhos começa, assim, antes da ação da pintura.Os suportes feitos em cartão e a partir de cartazes revelam-nos uma temporalidade, causada pelos fatores da acumulação e do desgaste. O artista permite e faz uso do tempo na preparaçãodos seus suportes, cuja recolha aponta um interesse pela humanidade e, por sua vez, pela buscado novo por via da experimentação. A fotografia, outra das dimensões da produção artística de Alexandre Rola, é o processo através do qual ativa o revivalismo de um momento vivido unilateralmente e que se torna global pela sua incorporação num cartaz ou noutro suporte gráfico, atingindo uma intensidade, ritmo e momento que se demarcam do evidenciado na fotografia. Talvez a fotografia possa ser um alimento para o futuro e a pintura um digestivo do passado. Entre cartazes e pessoas nasce a pintura e, algures entre a pintura e o artista, estará a busca do homem.

(...) Há, no exposto, a capacidade inata para a intemporalidade e reside na esfera do observador um caráter de estagnação e continuidade em simultâneo, podendo cada um de nós ver algo de si neste outro algo que lhe é externo. O que Alexandre Rola nos propõe não é fábula nem historieta, é um confronto com o real cru de todos os dias. Disse Pablo Picasso que “No, la pintura no está hecha para decorar las habitaciones. Es un instrumento de guerra ofensivo y defensivo contra el enemigo.” AlexandreRola combate, está na frente de batalha e cabe ao observador juntar-se, ou não, às suas causas." " 

Helena Mendes Pereira e Alberto Rodrigues Marques (Curadores)


“A ideia era a reciclagem de materiais deitados ao lixo em arte. Não apenas pela pintura mas também pelo gesto. Adivinha-se na obra de Alexandre Rola o movimento dos pincéis. Percebe-se a dinâmica das cores. Entende-se a raiva, a fúria e a ternura,Por isso gostaria de ver este artista num espaço de maior impacto cénico. Acho que a sua exposição deveria estar permanentemente no Banco de Portugal, no Ministério das Finanças ou em qualquer sítio onde se fale muito de dinheiro. “ Carlos Magno “Numa rebelia quase epistemológica, Rola preconiza aquilo que Braudillard (1991) caracterizava como a híper-realidade. Braudillard afirmava que a imagem na contemporaneidade substitui a própria realidade, conduzindo-nos a uma progressiva alienação de sentido. Por isso, quando julgamos reconhecer o caráter híbrido daqueles cartazes - rasgados, inusitados, inesperados - percebemos que para lá do tema ou do pretexto que os une há uma atitude altamente contemporânea. Reivindicativo, mas simultaneamente irónico, o seu trabalho coloca-nos a nós espectadores vítimas de uma sociedade de consumo. Automaticamente somos convidados a atravessar uma viagem - ou uma experiência fracturada e envolvente - deste mundo alucinado que é o plano do real. “ Joana Silva